Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2011

Sexta-feira, 31 de Dezembro de 2010

Um abençoado 2011 !!!

Assim diz o SENHOR, o que preparou no mar um caminho, e nas águas impetuosas uma vereda; ...Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço uma coisa nova, agora sairá à luz; porventura não a percebeis? Eis que porei um caminho no deserto, e rios no ermo. Isaías 43.16,18-19 ..... O ano foi concluído; O dia de amanhã será um outro dia, uma nova oportunidade de mostrar nossa fé em Jesus como Senhor e Salvador. Continuemos adiante, sabendo que nosso Deus é o mesmo de ontem, hoje e o será eternamente.

Cláudia Mussi

Sexta-feira, 12 de Março de 2010

E a paixão missionária onde foi parar?

O Pr. Alex Branco é o pastor da Igreja Evangélica Baptista de Cascais. Tenho sido muito abençoado pelo convívio com ele e com sua família.
Ele é uma dessas pessoas que tem imensa facilidade para colocar em texto aquilo que compartilhamos em palavras soltas num descontraído bate-papo.
Outro dia conversávamos sobre missões e sobre a nossa realidade missionária e qual não foi minha surpresa quando horas mais tarde recebo um e-mail com um artigo escrito por ele e que, com clareza e propriedade, relata muito bem o que nós, missionários fora do nosso Brasil, vivemos nestes dias por aqui e por aí.

Gostaria de compartilhar esse artigo com vocês e me darei a "liberdade" de transcrevê-lo na íntegra como segue:

Meu chamado missionário deu-se na adolescência. Em nossa igreja sempre havia missionários que por lá passavam e contavam-nos suas experiências adquiridas nas mais diversas partes do mundo. Foi ali, no convívio da igreja, que ouvi falar do mundo islâmico, budista, hindu e comunista. No seio da igreja sonhei com os campos missionários e com a possibilidade de glorificar a Deus com minha vida. Nesta ocasião era praticamente impossível ler Mateus 28:19-20 sem as lágrimas virem aos olhos.

O tempo passou, o adolescente cresceu e o sonho tornou-se realidade. Tive o imenso privilégio de servir ao Senhor no mundo hindu por vários anos e nos últimos sete anos num contexto pós-cristão da Europa. Minha paixão pela missão continua a mesma, apenas mais amadurecida, já com alguns fios de cabelos brancos, e ainda hoje é impossível ouvir alguém falar de missões entre outros povos sem que as lágrimas me venham aos olhos.

 

Nestes quase quinze anos fora do Brasil e envolvido com a obra missionária, foram raras as oportunidades de voltar à “pátria amada”. No entanto, a cada retorno foi possível notar um esfriamento cada vez maior da paixão missionária. Lembro-me da ocasião em que as pessoas nos procuravam desejosas de saber sobre os povos do mundo e das necessidades missionárias. Já na minha última viagem ao Brasil a pergunta mais comum era: “Europa, interessante, lá é bom mesmo para se ganhar dinheiro?” Aliás, acredito que as necessidades missionárias da Europa sejam as mais desconhecidas da igreja brasileira. Quantos brasileiros sabem das milhares de cidades da Europa sem uma única igreja cristã? Só no pequeno Portugal são quase cinqüenta cidades sem igrejas.

O sentimento que tenho é que a igreja brasileira assumiu a sua responsabilidade, mas perdeu a paixão. Da última vez que lá estive raras eram as pessoas interessadas em falar sobre missões. Faz-se missões, mas não mais refletimos sobre o assunto. O resultado é um distanciamento daquilo que hoje acontece no mundo missionário, suas novas tendências, os novos alvos e acima de tudo, nada se fala dos mais de doze mil povos não alcançados e muitos ficam espantados ao ouvir que ainda hoje missionários e cristãos são mortos ou lançados em prisões por causa do evangelho, para estes, estas coisas de perseguição não passam de alguns relatos do Novo Testamento.

Hoje o missionário é um problema que a igreja brasileira tenta administrar dentro das suas prioridades locais. O assunto administra-se da maneira mais conveniente possível, conveniente para a igreja local, não para o missionário. Nós brasileiros gostamos da glória da missão, não do custo da missão. Gostamos de dizer que o “Brasil é o Celeiro do Mundo”, mas nos esquecemos de dizer que os missionários brasileiros estão entre os que menos recursos recebem de suas igrejas, e que raríssimos são os casos dos que possuem algum plano de aposentadoria.

Lembro-me da ocasião em que nos reunimos na Noruega, éramos um grupo de cinqüenta brasileiros envolvidos com missões, sentíamo-nos o grupo mais especial do mundo, até que ouvimos o reitor da faculdade missionária da Noruega, que com detalhes e aquela humildade típica dos noruegueses nos falou como fazer missões de verdade, e nos contou sobre a missão desenvolvida por missionários noruegueses em Madagascar ao longo dos anos, onde estão sepultados ao menos mil e quinhentos missionários noruegueses, mortos pelos mais variados motivos. A igreja brasileira ainda está muito longe da realidade do custo da missão.

Outra coisa importante a aprender com os nórdicos sobre como fazer missões, está no tratamento que recebe o missionário norueguês. Em sua maioria possuem os mesmos direitos sociais e financeiros dos pastores locais. Isto significa que após uma determinada idade, os missionários poderão contar com uma pensão vitalícia que garantirá o sustento na velhice e a garantia de provisão para a família. No caso brasileiro, a menos que o missionário faça contribuições por conta própria para a previdência social ou privada, chegará à velhice em uma situação constrangedora. Mas como a igreja brasileira ainda é muito nova no seu envolvimento missionário, pouco se pensa sobre este assunto. Não posso deixar de elogiar algumas juntas missionária e igrejas que agem diferente nesta questão e investem no futuro de seus obreiros.

Como podemos ver, a questão da missão é muito mais séria que enviar cinqüenta reais ou mil reais por mês para um missionário no campo. É uma questão de consciência missionária, de real envolvimento com todos os aspectos da vida do missionário, afinal, “digno é o trabalhador do seu salário” (Lc 10:7). Lembro-me da irmã Hanna, uma missionária aposentada, membro da nossa igreja na Noruega, que depois de mais de quarenta anos de serviço missionário na África, gozava de sua velhice a tocar piano em casa e nos lares de idosos que ela visitava semanalmente, como uma forma de manter-se ativa. Um dia numa conversa com ela fiquei surpreendido ao ouvir desta irmã que todos os seus mantenedores que a apoiaram quando ela saiu para missões na África, os que ainda viviam, continuavam a lhe enviar ofertas mensais, mantendo um lindo relacionamento entre mantenedor e missionário por mais de cinqüenta anos. Será que no Brasil algum dia ouviremos histórias assim de nossos missionários? No meu caso, um anos após ter saído para Índia, dos que se comprometeram comigo, 60% acabaram por desistir.

É tempo de repensar nosso envolvimento missionário, restaurar a paixão perdida, buscar aprender com outros povos como fazer missões de forma efetiva e duradora. O orgulho missionário brasileiro de nada serve, só nos atrapalha. Não somos o celeiro do mundo missionário, países menores e mais pobres que o Brasil, como a Argentina, por exemplo, enviam e sustentam mais missionários que nós. A Coréia do Sul possui mais de doze mil missionários em mais de cento e cinqüenta países do mundo, e o número tende a crescer. O cuidado da igreja coreana com seus missionários é muito superior ao cuidado recebido pelos missionários brasileiros. É preciso humildade, paixão, seriedade, e desejo de fazer missões de forma correta.

Sei que meu clamor pouco impressionará alguns, irritará a outros, mas é apenas um clamor escrito no sofá de casa, com minhas filhas aos pés, cada uma nascida em um país diferente, são também filhas da missão, mas que espero que possa despertar a paixão e o pensamento de outros. Quanto a mim, continuarei na missão, venha o que vier, continuarei a sonhar e trabalhar pela conversão do mundo, continuarei a chorar quando ouvir Mateus 28:19-20 e ao ler histórias missionária como a de Adoniram Judson que li mais uma vez hoje pela manhã.

Até que todos tenham ouvido,

Pr.Luis Alexandre Ribeiro Branco, missionário tupiniquim


Espero que possam refletir.

Até a próxima.

Sábado, 26 de Dezembro de 2009

E o Verbo se fez carne ....

“ E o VERBO se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.”
João 1:14

Que maravilhosa “Boa Nova” nos foi contada pelo evangelista João quando, com tamanha convicção, afirmava o nascimento e a vida de Jesus, o Cristo, em nosso meio. João nos faz pensar nas palavras do profeta Isaías que nos diz que O Deus forte e Pai da Eternidade, se chamaria também Emanuel, e seria o Deus conosco.

Que privilégio poder sermos escolhidos e chamados pelo Senhor para crer nessa verdade. Privilégio sim, mas também responsabilidade de fazer essa tão grande “Boa Nova” conhecida por todos que nos cercam e não só, mas … até aos confins da terra.

Chegamos novamente ao final de mais um ano. O Natal, 25 de Dezembro, é a festa e a data que o calendário cristão separa para comemorar o nascimento de Jesus.

Não pretendemos ser repetitivos e muito menos cansativos trazendo até você o que já deve ter ouvido esse ano ou até mesmo nos anteriores. Não queremos falar sobre a maneira como deixaram Jesus de lado e colocaram qualquer outra pessoa, coisa ou sentimento no lugar do nosso Rei.

Queremos sim encorajar você a dividir aquilo que crê. A ter esse momento como uma grande oportunidade de mostrar o verdadeiro sentido do Natal. De mostrar ao mundo quem deve ser o verdadeiro foco desta “festa”.

Espalhe o seu amor pelo Senhor Jesus. Onde quer que você esteja, seja a Luz do Senhor a brilhar para aqueles que estão em trevas.

Natal significa Nascimento. Que isso nos traga a memória tamanho presente que nos foi dado: Uma vida que veio ao mundo para nos dar vida …. VIDA em abundância …. VIDA eterna …. VIDA em Jesus Cristo.

Desejamos a todos um Natal cheio de possibilidades para fazer Jesus conhecido e um Ano de 2010 repleto de realizações com o cumprimento do propósito de Deus em suas vidas.

Um grande abraço.

Quinta-feira, 17 de Dezembro de 2009

… e a Terra tremeu !!!!


É verdade, tremeu mesmo.


Por volta de 1:30 da madrugada acordei com uma sensação de impacto, como se alguma coisa muito pesada tivesse caído e batido no chão.

Esse movimento foi seguido de vários outros como se um bate-estacas estivesse trabalhando. Lembrei que estão construindo um edifício próximo do nosso prédio e que moramos no 4º andar sentindo mais facilmente qualquer batida mais forte no chão. Assim pensei que estavam trabalhando apesar da hora imprópria.

Alguns momentos depois, o tremor parou e voltei a dormir.

Pela manhã comentei com os meninos sobre o fato, mas eles não sentiram nada (que sono hein?).

Enquanto seguíamos para a escola, com o rádio ligado, ouvimos que, realmente, um TERRREMOTO, de 6.1 graus na Escala Richter foi sentido em Portugal, bem como Espanha e Marrocos.

Não houve qualquer dano ou acidente, porém fica o susto para muitos, como ouvi em uma das reportagens: “me vesti rápido e fui para a rua … sabe como é … depois do filme 2012 … precisamos estar atentos …hahahaha.”

Vale a pena pensar uma vez mais, como somos frágeis e vulneráveis ….. física e espiritualmente ….

Assim, a comparação é inevitável: novamente refletimos sobre a nossa segurança no Senhor. Ele, o Senhor Jesus, é o nosso alicerce firme, nossa segurança e nossa esperança.

Voltamos a pensar também nas pessoas que não podem descansar nessa certeza e ainda são alvo da nossa proclamação das Boas Novas do Evangelho.

Se … e somente se … buscarmos outros pontos de relevância para este SISMO, acharemos uma “coincidência” de isso acontecer no exato dia em que o Governo Português (Conselho de ministros) aprova o Casamento Homossexual …. mesmo com a reação da Igreja e da Associação das Famílias solicitando um referendo popular para alargar a discussão do assunto e não simplesmente ser tratado em Assembléia como motivo de cumprimento de promessa de campanha política.

Mas ….. não vamos “espiritualizar” a coisa não é?

O Senhor é O Senhor … não perde nunca o controle de todas coisas …. Ele continua Soberano.

Nosso foco continua e continuará a ser mostrar Jesus ao mundo …. Com compaixão e sobriedade … a tempo e fora de tempo … com zelo e coragem … buscando viver a Verdade que mostra a vontade de Deus para a humanidade.

Nos resta clamar, uma vez mais, pela Misericórdia que nos põe de pé a cada manhã e nos sustenta a cada dia.

A terra pode tremer, mas a nossa certeza de viver pela e na vontade do Senhor não treme.

Até a próxima.


Quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

FIEL .... mais uma vez, fiel !!!

"... comprometida com a fé que foi entregue aos santos . . ."

Com base no versículo 3 da Carta de Judas, a Editora Fiel tem, ano após ano, realizado um maravilhoso trabalho em seu propósito de colocar recursos à disposição da Igreja do Senhor Jesus Cristo, em suas diversas realidades e locais, a fim de cooperar com os santos de Deus que a formam.

Particularmente, tenho sido ricamente abençoado por esse ministério, desde o primeiro contato que tive com estes amados irmãos em 1999. Não foi diferente dessa vez.

Na semana passada a Fiel realizou aqui em Portugal a 9ª Conferência para Pastores e Líderes. Foram dias de refrigério, comunhão, adoração e, com toda sua importância, alimento para nossas vidas. Rever queridos irmãos, compartilhar nossas alegrias e também momentos difíceis em nossos ministérios e poder ouvir pessoas que têm dedicado suas vidas à proclamação da Verdade pura e simples da Palavra de Deus é sempre um grande presente. Mais uma vez fui muito abençoado.



Como nas Conferências dos anos anteriores, no Brasil e aqui, sempre tive o prazer de estar acompanhado por irmãos especiais que sempre enriqueceram minha vida com o simples fato de estarem ao meu lado, esse ano o Pr. Alex Branco ocupou esse lugar. Pudemos conversar, rir, compartilhar posições teológicas, enfim, desenvolver nossa amizade e nosso companheirismo. Foram dias muito ricos.

Gostaria de encorajá-los a buscar mais informações sobre a Editora Fiel e conhecer mais sobre esses amados irmãos.

No início desta semana ainda fomos presenteados pelo Senhor com a chegada da nossa irmã Katharine, do Brasil. Ela nos deu o privilégio de ficar conosco e nos alegrar com sua maneira cativante de mostrar o amor de Cristo em sua vida.

Apesar do curto tempo que tivemos (noite de segunda e dia de terça), pudemos passear um pouco por Sintra e Cascais. Ela ainda teve a oportunidade de participar de um culto de oração das Senhoras da Igreja Evangélica Baptista de Cascais junto com a Cláudia.
Foi muito bom conversar, colocar as notícias em dia e poder compartilhar o que o Senhor tem feito por aqui para nos manter de pé e ao mesmo tempo nos permitir mostrar ao mundo quem é o Senhor das nossas vidas e quanta diferença faz servi-Lo de todo coração.

A Katharine tem sido bênção para nossas vidas em todo nosso convívio e para nós foi uma verdadeira honra tê-la em nossa casa …. apesar dos 4 andares que ela teve que subir … sem elevador (hahahaha).

Muito obrigado pela sua visita minha amada irmã.

Seguimos por aqui com a Escola da Bíblia e com o Curso “Seja um Obreiro Aprovado” do Instituto Bíblico Português. Isso tem sido uma grande bênção para mim em especial. Tenho visto como o Senhor tem “mexido” com os corações dos alunos, em vários aspectos. Alguns deles já decidiram dar continuidade em sua formação teológica, tendo em vista a licenciatura. Para mim, poder ser o instrumento nas mãos do Senhor para isso é um grande privilégio.

Por enquanto é só pessoal.

Sexta-feira, 23 de Outubro de 2009

Castelo Forte

“Em ti, SENHOR, me refugio; não seja eu jamais envergonhado; livra-me por tua justiça. Inclina-me os ouvidos, livra-me depressa; sê o meu castelo forte, cidadela fortíssima que me salve. Porque tu és a minha rocha e a minha fortaleza; por causa do teu nome, tu me conduzirás e me guiarás.” Salmo 31 : 1-3

Na semana passada visitei o Castelo dos Mouros, um dos marcos históricos de Sintra. Situado em um dos pontos mais altos da região, as ruínas do castelo, uma fortaleza de refúgio, nos dão a sensação de estar voltando no tempo.


Imaginar as pessoas que viveram ali, e as situações que passaram ali, traz ao coração um sentimento de nostalgia e, ao mesmo tempo, de segurança e privilégio.


Lá, na mais alta torre daquele castelo, havia uma placa que contava um fato muito interessante sobre a época áurea daquela fortaleza. A história conta que 1 vez por ano, no alto daquela torre, era acesa uma grande fogueira para que os habitantes da Vila de Cascais, que ficava à quase 20 km dali, soubessem que sempre que necessário, debaixo de qualquer ataque, teriam naquele lugar: abrigo, refúgio e proteção.

Enquanto orava, olhando para aquelas ruínas, louvei ao Senhor por ser Ele o meu Refúgio, por poder me abrigar e me sentir seguro, protegido por sua misericórdia e graça. Louvei ao Senhor Jesus por encontrar paz e proteção em um castelo que jamais será tomado ou posto abaixo, jamais se tornará ruína, mas, ao contrário, é Eterno e digno de toda Honra e Glória.

Temos muitos motivos para sermos gratos ao Senhor. Um deles é o simples fato de podermos dividir a nossa fé com aqueles que nos cercam. Sei que Ele mesmo nos tem proporcionado situações onde, de forma natural, clara e poderosa, temos mostrado esse Jesus maravilhoso, Salvador e Senhor das nossas vidas, que nos tem sustentado e conduzido a cada instante.

Poder falar para Portugueses, Brasileiros, Guineenses, Angolanos, Moçambicanos, Bolivianos e quantos outros que nem sabemos de que país vieram, tem sido um grande presente.

Às vezes nos deixamos abater pelas “supostas” derrotas que sofremos no mundo em que vivemos e não percebemos que o Senhor está fazendo coisas maravilhosas bem pertinho de nós e, muitas vezes, através de nós.

Assim, fica claro que a Obra é Dele e nós, instrumentos em Suas mãos, precisamos depender cada vez mais e mais do Seu querer e propósito e, por misericórdia, descansar em Sua proteção.

Até logo.